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Kombi vai rodar o Brasil para gravar versículos bíblicos

Uma Kombi rodando todo o território brasileiro para gravar versículos bíblicos nas vozes de mais de 31 mil pessoas, esse é o novo projeto da Sociedade Bíblica do Brasil. O veículo já está percorrendo o país e vai contar com vozes de 31 mil pessoas, de diversos sotaques, para narrar todos os versículos das Escrituras. A intenção do projeto, que se chama “Mais de 31 mil vozes com a Palavra”, é fortalecer a causa da Bíblia. A Kombi vai passar por escolas, igrejas e eventos para fazer as gravações. “A Bíblia é formada por 31 mil versículos. Nós vamos buscar nos diferentes sotaques do brasileiro para dar esse conglomerado de culturas”, explicou o consultor da SBB. Qualquer pessoa pode participar, gravando um versículo da Palavra. Para saber como participar, acesse a agenda de eventos da Rádio Bíblia SBB.

Cultura do jejum causará a maior colheita de almas da Igreja, diz Luciano Subirá

O Pastor Luciano Subirá ressaltou a importância do jejum para a Igreja e o cristão, durante ministração no 1° dia da Dunamis Conference, em São Paulo. “O jejum será vital na próxima estação que a Igreja está entrando, no Brasil de uma forma especial, e no mundo”, ressaltou Subirá. Luciano afirmou que a prática espiritual do jejum foi esquecida e negligenciada pelos cristãos por falta de entendimento. “Eu vejo pessoas atacando e criticando o jejum, como se fosse uma coisa da Lei, da Antiga Aliança, como se isso não tivesse nada a ver com a nova aliança e o tempo em que vivemos”, afirmou. Citando a passagem bíblica de Lucas 5:33, o líder lembrou que Jesus afirmou que o jejum seria necessário a partir da sua partida da terra aos céus até o dia de seu retorno. “Em Mateus 6:16, Jesus diz ‘Quando jejuares’. Ele nunca diz se jejuares. Jesus não tratou o jejum como se fosse uma opção, ele tratou como um fato”, disse. E acrescentou: “Só quem jejua vai acessar níveis do sobrenatural, que quem não jejua não vai acessar”. Segundo o pastor, a Bíblia mostra os tipos de jejum: parcial ou total. “A definição de jejum é não comer alimento. Mas, a palavra jejum na nossa cultura se tornou o sinônimo de qualquer tipo de abstinência”, observou Luciano. Ele ponderou que outros tipos de abstinência, como o “jejum de redes sociais”, não são errados, mas são apenas complementos e não devem substituir o jejum bíblico.  Por que jejuar e qual o impacto do jejum? Conforme o pastor, o jejum tem um impacto na vida espiritual do cristão. Aliado à oração, a prática frequente auxilia na transformação pessoal. “O jejum tem impacto no processo de santificação e da mortificação da carne”, ensinou. Além do impacto pessoal, a prática do jejum também tem um impacto coletivo. De acordo com Luciano Subirá, o jejum tem um papel profético no avivamento nos últimos dias e na volta de Cristo.  “Para que Deus possa agir é necessário alguns ingredientes: arrependimento, oração, santificação e o jejum”, comentou. “O maior derramar do Espírito Santo que essa terra já viu ainda está para acontecer. A maior colheita de almas ainda está para acontecer. E precisamos entender o que é necessário para que isso aconteça”, exortou ele. Para o pastor, uma cultura do jejum é preciso para a Igreja viver um grande despertar espiritual.  “Se nós não tivermos uma mobilização coletiva para o jejum, nós não vamos experimentar a maior colheita e vamos postergar a vinda de Jesus. Nós precisamos ser despertados”.  E concluiu: “Eu creio que Deus vai promover a cultura do jejum, ela será praticada por todo o exército de Deus. Nós vamos parar de viver com saudade dos avivamentos passados, o maior derramar do Espírito ainda está para acontecer”.

“A guerra em Israel mexeu com o relógio profético”, diz pastor sobre fim dos tempos”

O pastor Joel Engel afirmou que a guerra em Israel, iniciada no último sábado (7), é um sinal do fim dos tempos e da volta de Jesus, durante uma ministração em culto. Citando o sermão escatológico de Mateus 24, o pastor ressaltou que o conflito, provocado pelo ataque do grupo terrorista Hamas contra o estado judeu, marcou o início de uma nova época na profecia bíblica. “Israel nunca havia sido atacado dessa maneira, é algo que nunca aconteceu antes, então houve um rompimento no mundo espiritual. A guerra em Israel mexeu com o relógio profético”, afirmou Engel. Segundo o pastor, enquanto os judeus aguardam a construção do Terceiro Templo, os sinais do fim dos tempos já estão se cumprindo. Sinais da volta de Jesus “O Evangelho será pregado em todas as nações, perseguição a cristãos, guerras, tudo isso já está acontecendo. Uma agenda anti-Deus do antiCristo já está encaminhada no mundo”, observou Joel. O líder alertou que o fim dos tempos está próximo. “Os sinais da volta de Jesus estão claros como nunca, não tem mais o que acontecer”, disse. “Os rios estão transbordando, os mares estão invadindo as praias, a natureza virou de ponta cabeça. Pai mata filho, filho mata pai. As pessoas fazem protestos porque querem virar cachorro. Fome, pestes e terremotos já estão acontecendo”. Em meio às notícias terríveis de guerra e violência, Joel lembrou que há uma notícia boa para os que crêem no Messias e chamou os cristãos para se prepararem para a volta de Cristo. “Jesus está voltando e vai juntar seus escolhidos, que serão salvos. Ele julgará as nações”. Em meio aos sinais que se cumprem para a chegada do fim dos tempos, o cristão tem a esperança de que Jesus virá e restaurará a Terra, de acordo com Engel. “Quando Jesus voltar vai acontecer uma mudança radical em todo o mundo, na história, uma restauração de todas as coisas. Ou seja, será uma volta ao original, como era nos dias de Adão, em que o homem vivia para sempre”, explicou. E concluiu: “A volta de Jesus é a salvação para a Igreja e para o mundo”. Assista a pregação completa:

Brasil ocupa 2º lugar no ranking mundial de exploração sexual de crianças

Com mais de 500 mil vítimas por ano, o Brasil perde apenas para a Tailândia no ranking mundial de exploração sexual de crianças e adolescentes, de acordo com o Instituto Liberta — organização que trabalha pelo fim das violências sexuais. “Nossa missão é garantir que mais nenhuma criança ou adolescente seja vítima de violência sexual neste país. Precisamos saber o que fazer para evitar que aconteça”, explica a organização em seu site. Os dados foram levantados pelo Instituto e mencionados pela Brasil Paralelo, que ajudou na divulgação do filme “Som da Liberdade” que denuncia a crescente rede de tráfico e pedofilia internacional. Os dados sobre a realidade brasileira chocam: Ainda segundo a Brasil Paralelo, o levantamento dos Pontos Vulneráveis à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes nas Rodovias Federais Brasileiras também elencou dados alarmantes: “Entre 2019 e 2020 foram encontrados 3.651 pontos vulneráveis nas rodovias federais, sendo que 470 foram classificados como críticos: 1.079 estão no Nordeste, 896 no Sul, 710 no Sudeste, 531 no Centro-Oeste e 435 no Norte”. Do total, 60% são em áreas urbanas, especialmente em postos de combustível às margens de rodovias. Crianças desaparecidas no Brasil Todos os anos, mais de 1 milhão de crianças e adolescentes somem em todo o mundo, conforme a Sociedade Brasileira de Pediatria que alerta sobre o risco que enfrentam as crianças desaparecidas no Brasil. São cerca de 50 mil crianças e adolescentes brasileiros desaparecidos por ano, ou seja, mais de 130 por dia. Maus tratos, adoção ilegal, trabalho escravo, remoção de órgãos, tráfico humano e exploração sexual são os principais destinos dessas crianças. Por que as pessoas se omitem? O silêncio das pessoas é intrigante. No Brasil, o número de estupros contra menores cresceu 15,3% no último ano. Os crimes de exploração sexual cresceram 16,4%. A ONU já aponta que a exploração sexual infantil é um crescente problema global. Então, por que há tantas pessoas criticando o filme “Som da Liberdade” que alerta para a realidade deste problema? “Pessoas boas se retraem e não fazem nada, o que permite que o mal ocorra. É necessário que existam pessoas que se levantem no tempo em que esse mal ocorre”, afirmou o protagonista do filme, Jim Caviezel, durante uma entrevista. O ator, que foi cancelado por representar Jesus Cristo no filme A Paixão de Cristo, estreou recentemente em seu novo filme Som da Liberdade interpretando a história real de Tim Ballard, ex-agente americano que luta contra o tráfico infantil. “Eu tive que me confrontar com a ideia de que milhões de crianças são exploradas sexualmente porque existe uma demanda de milhões de pedófilos para assistir vídeos de exploração sexual”, afirmou o agente Tim Ballard. Tim Ballard e Jim Caviezel promoveram o filme para denunciar o crescimento e a expansão das redes de exploração sexual infantil internacionais. ‘A Igreja precisa ter consciência do problema’ Em vídeo recente, publicado em seu Instagram, o Pr. Lucas Hayashi denuncia o sofrimento das crianças brasileiras, principalmente na Ilha de Marajó, onde está. Acredito que a falta de divulgação destes problemas contribui para a persistência de práticas como incesto, pedofilia, abuso sexual, exploração infantil e tráfico de crianças na região”, explicou em entrevista ao Guiame, no mês de setembro. Para Hayashi, a Igreja pode desempenhar um papel crucial na luta contra abusos e crimes envolvendo crianças no Brasil: “Em primeiro lugar, é fundamental que a Igreja tenha consciência da gravidade do problema, porque sem conhecimento não conseguirá interceder e agir de forma eficaz”. “Existem sistemas e estruturas corruptas que facilitam a continuidade destes abusos e do tráfico de crianças. Como sabemos, o mercado da pornografia infantil é extremamente lucrativo e, por isso, há uma batalha entre aqueles que querem manter este crime escondido, por razões financeiras, e os defensores da proteção infantil”, observou. “Só criando uma relação de valor duradouro na região, ou criando uma mudança cultural através da educação, poderemos verdadeiramente combater este comércio horrível”, disse ainda. “A oração é essencial para pedir a proteção de Deus sobre as crianças e para buscar estratégias ativas de intervenção”, concluiu. GuiaMe

70% dos brasileiros são contra a legalização do aborto, aponta pesquisa

Uma pesquisa realizada pelo IPEC a pedido do jornal O Globo aponta que por 7 a cada 10 brasileiros reprovam a legalização o aborto, que está em julgamento no Supremo Tribunal Federal (STF). De acordo com os resultados da pesquisa, enquanto a maioria da população (70%) se opõe à interrupção da gravidez, aproximadamente 20% expressam apoio à descriminalização do aborto. A pesquisa ouviu 2.512 pessoas entre 9 e 11 de setembro do ano passado, em 158 municípios. Deste total, 8% disseram não ser contra nem a favor da legalização do aborto e 2% não souberam responder. No Brasil, o aborto é considerado crime, sendo permitido sem punição em situações de gravidez resultante de estupro, risco à vida da mulher ou anencefalia do feto. Julgamento suspenso: de virtual para presencial O julgamento do tema havia sido pautado no plenário virtual do STF, mas foi interrompido, nesta sexta-feira (22), depois que o ministro Luís Roberto Barroso fez um pedido de destaque para levar o julgamento ao plenário físico. A ação está sob a relatoria da ministra Rosa Weber, que se aposentará compulsoriamente na próxima semana ao atingir a idade de 75 anos. O Ministro Barroso assumirá o cargo, com sua posse agendada para a quinta-feira (28). Prestes a deixar o Tribunal, a ministra Rosa Weber votou favorável à descriminalização do aborto no plenário virtual, onde os ministros apenas enviam os votos para o sistema do STF sem discussão ou transmissão pela TV Justiça. A decisão da ministra de transferir o julgamento para o plenário virtual, evitando assim a exposição à opinião pública, recebeu críticas contundentes de vários parlamentares, jornalistas, organizações pró-vida e juristas, como a ANAJURE (Associação Nacional de Juristas Evangélicos). Brasileiros também não aprovam aborto ser decisão da mulher De acordo com os autores da ação – o partido de extrema-esquerda PSOL em conjunto com a ONG pró-aborto, Instituto Anis – as mulheres deveriam ter o direito de decidir sobre a interrupção de uma gravidez indesejada até as 12 semanas de gestação, independentemente das circunstâncias. A proposta é frequentemente rotulada pejorativamente como “aborto jurídico”, uma vez que a alteração na lei, se fosse amplamente aceita na sociedade, deveria ser realizada através do Poder Legislativo e não do Poder Judiciário. Conforme divulgado pelo Guiame, em outra pesquisa, realizada pelo Datafolha em julho deste ano, a maioria dos brasileiros se declarou contra o aborto ser uma decisão da mulher. Para 52% dos entrevistados, a interrupção da gravidez não se trata de um direito de escolha da mãe.

Igrejas evangélicas cresceram 543% em 20 anos no Brasil

As igrejas evangélicas cresceram 543% em 20 anos no Brasil, apontou uma pesquisa realizada pelo Centro de Estudos da Metrópole (CEM) da Universidade de São Paulo (USP). Em 1990, havia 7.033 templos evangélicos no país. Em 2019, o número saltou para 109.560, com 17 novas igrejas sendo abertas diariamente. Os evangélicos, que eram minoria nas décadas passadas, poderão se tornar maioria nos próximos anos, conforme previsões de pesquisadores. O estudo realizado pelo pesquisador Victor Augusto Araújo Silva, que também integra o departamento de Ciência Política da Universidade de Zurique, analisou a expansão de 1920 a 2019 nos estados de maioria evangélica. De acordo com a pesquisa, o primeiro templo evangélico no Brasil foi aberto em 1922. Em 1970, eram 864. 50 anos depois, já havia quase 110 mil templos. Vertentes evangélicas O estudo dividiu as denominações cristãs entre quatro grandes grupos: missionárias — as igrejas batistas, presbiterianas, metodistas, entre outras; pentecostais — como a Assembleia de Deus, Deus é amor, Igreja Quadrangular, neopentecostais e as igrejas de classificação não determinada, que não se encaixam em nenhuma das três ramificações. No Brasil, as denominações pentecostais são as que possuem o maior número de templos:  48.781. Seguido pelas de classificação não determinada (25.554), missionárias (22.400) e neopentecostais (12.825). Os dois estados com mais concentração de igrejas evangélicas por habitante são Rio de Janeiro e Espírito Santo. Segundo os dados da pesquisa do CEM, ambos os estados possuem mais de 80 templos por 100 mil habitantes, representando uma igreja para cada 1.250 moradores. “O Rio de Janeiro funciona como uma antecipação do que vai acontecer no Brasil. Se você quer saber como estará a questão da religiosidade no Brasil em 2040, basta olhar para o estado hoje”, afirmou o demógrafo José Eustáquio Diniz Alves, em entrevista à BBC Brasil. Conforme especialistas entrevistados pela BBC News Brasil, os principais fatores que explicam o rápido crescimento de denominações evangélicas são: o crescimento do movimento evangélico no Brasil; mudanças na legislação brasileira que facilitaram a abertura de igrejas e templos; o crescimento econômico nos anos 2000; e o papel das igrejas evangélicas na atração e fidelização de fiéis. “No Brasil, não são as crises econômicas que puxam o crescimento de templos evangélicos, mas os ciclos de crescimento”, afirmou Victor Silva, autor do estudo “Surgimento, trajetória e expansão das igrejas evangélicas no território brasileiro ao longo do último século”, à BBC. “Paradoxalmente, em contextos de bonança econômica, os incentivos para a abertura de novos templos aumentam, uma vez que as famílias, sobretudo aquelas de renda média e baixa, possuem mais renda excedente para transferir para as igrejas na forma de dízimos e ofertas”. Igrejas evangélicas fazem o papel do Estado O pesquisador destacou que, principalmente nas periferias, as igrejas evangélicas fazem o papel do Estado através de ações sociais, atraindo fiéis. “As igrejas evangélicas conseguiram se adaptar mais rapidamente às necessidades dessas populações periféricas e passaram a oferecer uma rede ampla de apoio às famílias de baixa renda. Os cultos passaram a integrar elementos da cultura local, o que tornou o culto mais aprazível e interessante para jovens, adolescentes e grupos marginalizados”, disse Victor. Para Nisa Rosas, especialista em Estudos da Religião e professora da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), o crescimento evangélico também é explicado pela proposta de mudança de vida pregada nas igrejas. “É comum o relato de pessoas que abandonaram a bebida, outros vícios, se voltaram ao cuidado do casamento e da família, se tornaram mais diligentes no trabalho e até conseguiram fazer economias ao ingressarem em uma igreja evangélica”, pontuou Nisa. Aumento de evangélicos Os pesquisadores destacam que a multiplicação de templos evangélicos é acompanhada pelo aumento de evangélicos no país. De acordo com os últimos Censos Demográficos do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), o número de evangélicos mais que dobrou entre 1990 a 2010. Em 1990, 9% da população era evangélica, em 2010, os evangélicos já eram 22,2%. Segundo uma pesquisa do Datafolha, 31% dos brasileiros se declararam evangélicos em 2020.

Pr Dilmo Castro discute projeto de documentário sobre a introdução dos batistas na Região dos Lagos

Essa semana o presidente da Rede Agathos, Dr. Heitor Antônio da Silva e o diretor Fabrício Boechat se reuniram num almoço de reunião e negócios em Cabo Frio com a equipe do Pastor Dilmo Castro para discutir o projeto de documentário sobre a introdução dos batistas na Região dos Lagos. A produção do documentário é uma iniciativa promissora para preservar a história da introdução dos batistas na Região dos Lagos e a reunião propiciou a discussão dos detalhes do projeto e membros da equipe do pastor Dilmo e parte da diretoria da Rede Agathos puderam compartilhar suas ideias, experiências e perspectivas sobre o projeto de documentário. A medida que o projeto avança, a expectativa é que o documentário gere interesse e conscientização sobre a história dos batistas na Região dos Lagos, além de fortalecer os laços entre a comunidade local e a sua herança religiosa.

Com casa lotada, Imperator recebe Eli Soares na primeira edição evangélica do evento Mais Encontros

Cantor interpretou seus sucessos durante uma hora de show, que teve a participação de Dan Nascimento

Mais de 700 pessoas deram adeus ao mês de maio de forma bem especial, nesta quarta-feira (31), na primeira edição evangélica do evento Mais Encontros, que aconteceu no palco do Centro Cultural João Nogueira – Imperator, localizado no Méier, no coração da zona norte carioca. O anfitrião da noite foi o cantor Eli Soares, vencedor do último Grammy Latino na categoria de Melhor Álbum de Música Cristã em Língua Portuguesa e que brindou os presentes com seus grandes sucessos, como “Se Eu Cair”, “Os Anjos Te Louvam” e “Me Ajude a Melhorar”. – A gente podia estar em qualquer parte do mundo, mas é um presente de Deus estar neste lugar tão lindo e que faz parte da história e da cultura do Rio de Janeiro e ainda poder levar a mensagem de Cristo – disse Eli, que fez uma hora de show com sua banda. A abertura do show contou com a presença do cantor Dan Nascimento. Revelação do cenário gospel em 2022, Dan presenteou o público com suas canções e também com outras músicas que fazem parte do cotidiano das igrejas, como “Além do Rio Azul” e “Celebrai”. – Foi sensacional ver a galera cantando as minhas músicas e sentir toda aquela atmosfera no Imperator. Desde a hora que chegamos até o momento de ir embora, foi muito especial em cada detalhe: som, iluminação e cenário – destacou Dan. Promovido pelo Governo do Estado do Rio de Janeiro, por meio da Fundação de Artes do Estado (Funarj) em parceria com a Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa (Sececrj), o Mais Encontros surgiu com a iniciativa de unir vozes e nomes de referência da cultura gospel. Com curadoria de Andrea Maier e Caio Pável, o evento teve produção de Wellington Júnior, da MultiSong Produções. – O Imperator é uma casa histórica, palco que assisti meu primeiro show evangélico com Aline Barros cantando “Consagração” com a Comunidade Evangélica da Vila da Penha e depois tantos outros eventos marcantes. Ver o que aconteceu na música gospel no Brasil de lá pra cá e ver o projeto Mais Encontros nascendo na pauta da Cultura Fluminense sem dúvida nenhuma é um momento histórico. Como se só isso não fosse o suficiente, a casa estava lotada e o Dan e o Eli deram literalmente um show. Isso é a arte cristã conquistando e ocupando cada vez mais espaço – comemorou Andrea Maier, diretora da Rádio 93 FM. O Mais Encontros tem uma programação de shows até o final de 2023 com ingressos populares no valor de R$ 2,50 e R$ 5, que sempre poderão ser adquiridos no site da FUNARJ. O evento tem o intuito de complementar a programação do Fim de Tarde, tradicional evento que acontecia apenas no Teatro João Caetano, no Centro do Rio de Janeiro.

Evento Mais Encontros reúne Eli Soares e Dan Nascimento no palco do Imperator

Uma das casas de espetáculo mais importantes da cena carioca, o Centro Cultural João Nogueira – Imperator, localizado no Méier, será palco para a primeira edição evangélica do evento Mais Encontros. A iniciativa promovida pelo Governo do Estado do Rio de Janeiro, por meio da Fundação de Artes do Estado (Funarj) em parceria com a Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa (Sececrj), pretende unir vozes e nomes de referência da cultura gospel. Nesta edição, o show principal será com o cantor Eli Soares, com abertura de Dan Nascimento. Com mais de dez anos de carreira, Eli Soares faz parte do cast da Universal Music Christian Group e coleciona sucessos que estão na boca do povo e fazem parte do louvor de muitas igrejas, como “Me Ajude a Melhorar”, “A Mesa”, “Os Anjos Te Louvam”, “Aonde Está Deus?” e “Meu Amanhã”. Vencedor do Grammy Latino 2022, na categoria de Melhor Álbum de Música Cristã em Língua Portuguesa, essa será a primeira apresentação de Eli na cidade do Rio de Janeiro após a gravação de seu novo DVD “Vida’, que aconteceu em Minas Gerais e reuniu Felipe Vilela, Mumuzinho, Alexandre Pires e Ed Motta. Já Dan Nascimento fez sua estreia durante a Marcha Para Jesus no Rio de Janeiro, que aconteceu em agosto de 2022, cantando para mais de 30 mil pessoas. Atualmente, o artista conta com três canções autorais – “Toda Adoração”, “Ele Voltará” e “O Deus” – disponíveis nas plataformas digitais.   O Mais Encontros tem curadoria de Andrea Maier, diretora da Rádio 93 FM e que já realizou curadoria de eventos como o Som Gospel e o Louvorzão 93, que, em sua última edição na praça da apoteose, contou com mais de 30 shows de artistas evangélicos e a presença de milhares de pessoas. Junta-se a ela Caio Pável, que atuou na direção e curadoria de eventos como a Jornada Mundial da Juventude e assina a curadoria na versão católica do “Mais Encontros”, que em sua primeira edição recebeu Adriana Arydes e o padre Fábio de Melo. A produção no formato evangélico conta com Wellington Júnior da MultiSong Produções, coordenador da Marcha Para Jesus Rio de Janeiro e idealizador do Música em Cena, projeto que teve sua última edição realizada também no Imperator, com a presença de Gabriela Rocha. O Mais Encontros tem curadoria de Andrea Maier, diretora da Rádio 93 FM e que já realizou curadoria de eventos como o Som Gospel e o Louvorzão 93, que, em sua última edição na praça da apoteose, contou com mais de 30 shows de artistas evangélicos e a presença de milhares de pessoas. Junta-se a ela Caio Pável, que atuou na direção e curadoria de eventos como a Jornada Mundial da Juventude e assina a curadoria na versão católica do “Mais Encontros”, que em sua primeira edição recebeu Adriana Arydes e o padre Fábio de Melo. A produção no formato evangélico conta com Wellington Júnior da MultiSong Produções, coordenador da Marcha Para Jesus Rio de Janeiro e idealizador do Música em Cena, projeto que teve sua última edição realizada também no Imperator, com a presença de Gabriela Rocha. A ideia é que o público tenha no Imperator uma opção de entretenimento e cultura sempre nas noites de quarta-feira, numa casa que já sediou eventos importantes dentro do segmento gospel, como a gravação de shows históricos das cantoras Marina de Oliveira e Cassiane e da banda Catedral, ambos em 1997. De acordo com os organizadores, já existe a previsão de edições mensais do Mais Encontros ao longo do ano. O show de Eli Soares e Dan Nascimento acontece no próximo dia 31 de maio (quarta-feira), a partir das 19h, com ingressos populares no valor de R$ 2,50 e R$ 5, que podem ser adquiridos no site da FUNARJ. O evento tem o intuito de complementar a programação do Fim de Tarde, tradicional evento que acontecia apenas no Teatro João Caetano, no Centro do Rio de Janeiro.