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Pesquisa revela que mais da metade dos americanos querem ler mais a Bíblia

Mais da metade dos norte-americanos afirmam que gostariam de ler mais a Bíblia, porém dizem que não o fazem por uma série de razões, incluindo falta de tempo. A pesquisa “Estado da Bíblia”, da Sociedade Bíblica Americana, revelou que 52% dos americanos dizem que gostariam de ler mais a Bíblia. Os pesquisadores perguntaram aos 52% que desejam ler mais a Bíblia o que os impede e as respostas foram: “Parece que nunca tenho tempo suficiente para usá-la” (26%); “Não sei por onde começar” (17%); “Não me sinto muito entusiasmado em usá-la” (15%) e “Acho difícil me relacionar com a linguagem” (15%).

‘Deus vai trazer um tremendo despertar às faculdades do Brasil’, profetiza Cindy Jacobs

A profetiza americana Cindy Jacobs, cofundadora do ministério Generals International, iniciou sua participação no 1° dia da Dunamis Conference, em São Paulo, falando sobre a importância de unir gerações para caminhar juntos em um mesmo propósito. “Você está aqui porque Deus tem um propósito. Você está prestes a fazer história. O Senhor está te ungindo para trazer avivamento e reformar uma nação. Ele procura pessoas famintas e eu prego para muitas multidões, eu prego em muitos estádios, mas eu quero te dizer que esta noite, há uma das maiores fomes que eu já vi”, disse Cindy. Ela citou o texto bíblico em Atos 13:36 onde narra que Davi, no seu tempo, cumpriu os planos de Deus. Cindy contou um pouco sobre o seu testemunho e disse que a primeira vez que ela profetizou foi aos quatro anos quando contou para sua mãe — que já estava grávida sem saber — que iria ter uma irmãzinha. Desde muito nova ela afirmou que “sabia coisas”. No entanto, sua família era de uma igreja que não cria em profetas, então, eles não sabiam o que fazer com ela.  Aos nove anos Deus a chamou para pregar, mas sua congregação também não acreditava que mulheres fossem chamadas para ministrar a Palavra de Deus. Então, ela sentiu o desejo de ir para a África pois sabia que lá poderia pregar e ser missionária.

Maioria das nações apoia Israel na guerra contra o Hamas

O conflito entre Israel e o grupo terrorista Hamas acrescentou mais um capítulo sangrento na história que narra o jogo complexo no xadrez político do Oriente Médio. Haverá uma redefinição da geopolítica mundial? Os líderes de Estado dizem que sim. O ataque inesperado contra Israel, no sábado (7) a partir da Faixa de Gaza e que matou centenas de civis dos dois lados chamou a atenção do mundo. O que está em jogo? Não se trata de apoiar Israel ou Palestina, mas de combater o terrorismo. Diante das atrocidades cometidas pelo Hamas, várias nações estão se posicionando. Confira aqui: Estados Unidos O Presidente dos EUA, Joe Biden, garantiu que o apoio de Washington é “sólido como uma rocha”. Conforme o Euronews, Biden advertiu contra as entidades hostis a Israel que vão querer tirar partido da situação. “Neste momento de tragédia, quero dizer aos terroristas de todo o mundo que os EUA estão com Israel e nunca deixaremos de apoiar Israel”, disse o presidente norte-americano. O Secretário de Estado, Antony Blinken, esforça-se por encontrar uma solução diplomática, tendo mantido conversações com o líder palestiniano Mahmud Abbas e com altos funcionários egípcios. União Europeia Ursula von der Leyen, presidente da Comissão Europeia, classificou as ações do Hamas como “terrorismo na forma mais desprezível”. “O terrorismo e a violência não resolvem nada”, afirmou o chefe da política externa da UE, Josep Borrell. O Presidente francês, Emmanuel Macron, entrou em contato com autoridades israelitas e a Autoridade Palestiniana na Cisjordânia. Todos os países europeus consideram o Hamas “terrorista” e defendem o direito de autodefesa de Israel. Os 27 países que compõem a União Europeia são: Áustria, Bélgica, Bulgária, Croácia, Chipre, República Tcheca, Dinamarca, Estônia, Finlândia, França, Alemanha, Grécia, Hungria, Irlanda, Itália, Letônia, Lituânia, Luxemburgo, Malta, Países Baixos, Polônia, Portugal, Romênia, Eslováquia, Eslovênia, Espanha e Suécia. Egito É um dos países com maior importância para a relação entre Israel e Gaza por conta de sua posição estratégica. O Egito faz fronteira com o sul da Faixa de Gaza e controla quem atravessa as fronteiras. Apesar do histórico de relações estremecidas com os israelenses, o Egito foi o primeiro do mundo árabe a assinar um acordo de paz com Israel, em 1970, conforme o G1. Em 2021, líderes dos dois países se reuniram pela primeira vez em 40 anos. E, na segunda-feira (9), o governo egípcio condenou os ataques do Hamas e disse esperar que “a voz da razão prevaleça”. Em comunicado, o Ministério Egípcio das Relações Exteriores pediu “tanto aos palestinos quanto aos israelenses que mostrem a máxima moderação” e alertou contra “o grave perigo da escalada em curso”. Rússia Até o momento, a Rússia não manifestou apoio a Israel nem condenou o Hamas. Moscou apelou a ambas as partes para que ponham termo à violência. Ao contrário da maioria dos países ocidentais, a Rússia não considera o Hamas um grupo terrorista e mantém contatos diplomáticos com o movimento. Ucrânia Já Kiev jogou claramente do lado do tabuleiro geopolítico que lhe corresponde atualmente. O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, outro forte aliado dos EUA e de Israel, condenou o que chamou de ataque terrorista e disse que Israel tem todo o direito de se defender. Arábia Saudita Aliada histórica da causa palestina, o governo saudita disse nesta segunda-feira (9) que “continuará a apoiar os palestinos e não poupará esforços para restaurar a calma e a estabilidade nos Territórios Palestinos”. Porém, recentemente, a Arábia Saudita tem ensaiado uma aproximação com Israel. Com intermediação dos EUA, o governo do país, uma monarquia absoluta e islâmica, vinha dialogando com Tel Aviv para a normalização da relação entre os dois países. O ataque do Hamas e a posterior guerra declarada por Israel deve paralisar esse diálogo. Catar Outro país árabe estratégico para os dois lados, o Catar tenta assumir o papel de mediador. O governo do país também condenou os ataques, mas disse nesta segunda-feira (9) estar mediando uma tentativa de negociação para a libertação de mulheres e crianças dos dois lados. Turquia O presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, alertou Israel contra um bombardeio “indiscriminado” a civis na Faixa de Gaza e disse que “bombardear coletiva e indiscriminadamente apenas aumentará o sofrimento e reforçará a espiral de violência na região. Esse foi o recado dado por Erdogan ao presidente israelense, Isaac Herzog, por telefone, segundo um comunicado da Presidência turca. O líder turco, que apoia a causa palestina e defende uma solução de dois Estados para resolver o conflito israelense-palestino, também pediu que os palestinos parem de perseguir os israelenses. “Pedimos a Israel que pare de bombardear o território palestino e aos palestinos que parem de cercar os israelenses”, acrescentou Erdogan, em uma declaração transmitida pela TV. Líbano Também considerado adversário histórico de Israel, com quem já travou guerras no passado, o Líbano é um dos principais atores no conflito. Isso porque, desde o início desta segunda-feira (9), foguetes vêm sendo disparados do sul do país em direção a Israel, com quem faz fronteira. O Hezbollah, grupo terrorista libanês, reivindicou os ataques e disse ter sido um ato de apoio ao Hamas. Mas o governo do Líbano disse não apoiar os ataques — até porque o país, que enfrenta uma de suas piores crises econômicas, não conseguiria arcar com os custos de uma nova guerra. Irã Há meses, o governo de Israel vem acusando Teerã por financiar o grupo terrorista Hamas. Numa megaoperação feita em julho, na Cisjordânia, o governo israelense alegou estar em busca de armas fornecidas pelo Irã e escondidas em bunkers no campo de refugiados local. Irã é um dos principais adversários de Israel no atual quadro geopolítico e claramente não condenou os ataques do Hamas. Pelo contrário, no domingo (7), o presidente do país, Ebrahim Raisi, afirmou que “apoia a legítima defesa da nação palestina”. China Outro grande ator no novo xadrez geopolítico e alinhado à Rússia no conflito da Ucrânia, a China também vem buscando não se envolver diretamente com nenhuma das partes. Um porta-voz do Ministério das Relações Exteriores chinês disse que “se

Levantamento indica que 35 milhões de pessoas receberam uma Bíblia em 2022

A distribuição mundial da Bíblia está lentamente voltando aos níveis pré-pandemia, com 35,5 milhões de Bíblias sendo entregues em 2022 a pessoas que não tinham acesso às Escrituras. Esse trabalho de distribuição é parte essencial das ações evangelísticas ao redor do mundo. O levantamento foi realizado pelas Sociedades Bíblicas Unidas (UBS, na sigla em inglês), entidade que reúne 150 sociedades bíblicas ao redor do mundo. Esses números superam em 30 milhões o total distribuído em 2021, ano que teve a atividade prejudicada pela pandemia. “Foi para isso que fomos fundados”, comentou o diretor Rieuwerd Buitenwerf da Sociedade Bíblica Holandesa-Flamenga (NBG). “Ainda existem muitas situações em que as pessoas gostariam de ter sua própria Bíblia, mas não conseguem uma cópia sem ajuda”. Buitenwerf indicou que o esforço de distribuição das Escrituras é coordenado e conjunto: “A Bíblia dá força e inspiração, especialmente em tempos difíceis. É por isso que as sociedades bíblicas em todo o mundo estão fazendo tudo o que podem para dar ao maior número possível de pessoas acesso à Bíblia, como um livro, digitalmente ou em formato de áudio”, acrescentou. A UBS diz que há dificuldades para a distribuição de Bíblias por conta do impacto que a guerra na Ucrânia causou na cadeia de produção e distribuição, assim como o aumento dos preços. Mesmo assim, de acordo com informações do portal Cvandaag, 166,4 milhões de cópias da Bíblia – incluindo versões que contém apenas um dos testamentos – foram entregues no ano passado. A distribuição da Bíblia digital vem crescendo constantemente há anos e o declínio em 2021 foi temporário, mostra o relatório do UBS. Em 2021 o percentual de Bíblias baixadas foi de 20% do total de Bíblias distribuídas, em 2022 foi de 28%. Como comparação, em 2010 aproximadamente 200 mil cópias digitais da Bíblia foram baixadas em todo o mundo, contra 10 milhões no ano passado, o que representa um crescimento exponencial.

Morre Tim Keller, pastor e teólogo norte-americano

Descansou no Senhor nesta sexta-feira (9) o autor e pastor Timothy Keller. O notável autor evangélico, teólogo e pastor da cidade de Nova York, morreu após uma longa batalha contra o estágio 4 do câncer pancreático. Ele tinha 72 anos. A Redeemer Presbyterian Church em Manhattan, uma congregação que Keller ajudou a fundar, enviou um comunicado aos membros informando que ele morreu na manhã de sexta-feira. Somos eternamente gratos por sua liderança, coração e dedicação em compartilhar o amor de Cristo com os outros. Embora sintamos falta de sua presença aqui, sabemos que ele está se regozijando com seu Salvador no céu”, afirmou Redentor, de acordo com os líderes da Igreja . “Tim adorava o que fazia. Ele adorava interagir com os fiéis do Redentor e também com os líderes globais do ministério. Ele adorava comunicar a profunda maravilha e o poder transformador do evangelho da graça. Ele rapidamente desarmava você e evitava que você o chamasse de Dr. Keller .’Só Tim, por favor.’” Nascido em Allentown, Pensilvânia, em 1950, Keller teve uma carreira notável no ministério cristão. Ele fundou a Redeemer Presbyterian Church em 1989, uma congregação que cresceu para ter cerca de 5.000 membros regulares. Além disso, Keller foi presidente e co-fundador da Redeemer City to City, uma organização dedicada ao lançamento de novas igrejas em áreas urbanas. Keller era conhecido por seus escritos, incluindo o livro de sucesso de 2008, “The Reason for God”, uma obra de apologética que aborda questões complexas sobre a fé cristã. Sua abordagem englobava literatura, filosofia e experiências pessoais para explicar a racionalidade da crença em um Deus cristão. Ao longo de sua carreira, Keller enfrentou algumas controvérsias devido a suas posições teologicamente conservadoras e sua oposição a questões como a ordenação de mulheres e questões LGBT. Em 2017, o Seminário Teológico de Princeton decidiu não conceder a Keller o Prêmio Kuyper devido a essas divergências. No entanto, Keller deixou um legado significativo como líder religioso e autor prolífico. Seus livros, que abordam temas como o significado do casamento, o amor de Deus e a busca pela verdade, tiveram um impacto profundo na vida de muitos.

Morre George Verwer, pioneiro do movimento missionário

O missionário George Verwer morreu aos 84 anos na noite de 14 de abril, após uma doença grave. Ele estava cercado por sua família, em sua casa perto de Londres. Fundador da Operação Mobilização (OM), George era descrito como “o estadista missionário norte-americano mais notável dos últimos 60 anos”. Considerada uma das principais instituições de caridade missionária do mundo, a OM foi dirigida por George por mais de quatro décadas. O missionário norte-americano era conhecido globalmente por seu compromisso com o evangelismo. George distribuiu mais de um milhão de livros gratuitos ao longo de sua vida. Durante as últimas duas décadas, desde que se afastou da liderança da Operação Mobilização, George gerenciou projetos especiais, falou em eventos da igreja e produziu mais de doze livros. George nunca hesitou em reconhecer suas próprias imperfeições e honrar a Deus, que generosamente perdoa e opera através das pessoas, apesar de suas falhas. Ele se referiu a isso como “messiologia”. Em seu livro “Drops from a Leaking Tap”, de 2008, ele disse: “Forte em Deus, um gigante espiritual – algumas pessoas realmente me chamam assim. Elas não me conhecem.” “Eu sou um pecador, que está ficando mais forte com o passar dos anos, que rasteja de volta à cruz quando peca e descobre que Deus ainda o ama e ainda o usará para trazer outros a Cristo”. “Isso é graça, não é?” Billy Graham Foi em um evento evangelístico de Billy Graham em Nova York, que George, aos 17 anos, fez um compromisso com Cristo pela primeira vez. Esse compromisso se tornou vitalício com seu trabalho missionário. Em 2016, George disse: “À medida que descobri mais nações e quantas não foram alcançadas, a visão de alcançá-las começou a crescer em meu coração e mente.” “Quando comecei a perceber que o financiamento era necessário com urgência, comecei a vender tudo o que podia e doei o dinheiro para missões mundiais.” “Arranjei um emprego de garçom no restaurante da faculdade para poder doar mais.” Sua paixão pelo evangelismo e missões continuaria por toda a sua vida, muito além da idade de aposentadoria. “Ainda estou muito motivado para ver todos no mundo recebendo o evangelho pelo menos uma vez… [para] ter a oportunidade de ouvir sobre a graça salvadora por meio de nosso Senhor Jesus Cristo, e espero poder, até meu último suspiro, continue a compartilhar essa mensagem”, disse ele em 2015. Homenagens George foi homenageado em todo o mundo por líderes da igreja. Matthew Skirton, CEO da OM no Reino Unido, afirmou: “George realmente praticou o que pregou. Sua autenticidade e paixão por alcançar os perdidos, mas também sua humildade e transparência ao compartilhar suas lutas, tiveram um impacto profundo em minha vida e sei que tocaram, encorajaram e desafiaram muitos outros também.” “George era um servo de Deus. Um homem de oração, com uma memória incrível, permanecendo conectado com milhares e sempre demonstrando compaixão, perdão e generosidade – especialmente para aqueles que erraram ou caíram em desgraça.” “Ele era incrivelmente generoso e generoso; ele deixa um legado extraordinário dentro da OM, mas também nas centenas de organizações que foram formadas ou são lideradas por ex-OMers.” “Ele foi um líder pioneiro em uma grande e influente organização missionária, mas seu coração nunca foi principalmente para a missão da OM, mas sim para a missão de Deus, o reino de Deus.” Loren Cunningham, fundador da Youth With A Mission (JOCUM), disse: “Quero agradecer a Deus por George, por sua vida, por OM e tudo o que significa. “Agradeço a Deus por ter conhecido George, por tê-lo conhecido e por ter visto o trabalho de seu ministério e seu coração, e as pessoas que o seguem, que tocou milhões de vidas em todo o mundo.” George deixa sua esposa, Drena, seus três filhos, além de netos e bisnetos. Eles pediram privacidade neste momento.   Guia Me

O trabalho é uma maldição ou uma bênção? John Piper responde.

O teólogo John Piper falou recentemente acerca do trabalho e levantou um questionamento: “O trabalho deve ser uma punição para a humanidade ou uma bênção para glorificar a Deus?”. Em um episódio de seu podcast “Ask Pastor John”, publicado na última segunda-feira (4), ele respondeu a questão quando um ouvinte identificado como Travis perguntou: “Você pode me dizer se nosso trabalho hoje é uma bênção ou uma maldição?”. “Muito do nosso trabalho parece ser amaldiçoado, baseado em Gênesis 3. Mas muito do nosso trabalho também parece ser uma bênção dada por Deus, de acordo com Eclesiastes. De acordo com a Bíblia, meu trabalho é uma bênção, ou é uma maldição?” Travis acrescentou. O teólogo respondeu observando que no livro de Gênesis 2, Deus identifica a criação do mundo como “trabalho”, e explicou: “O trabalho não era uma maldição para Deus”; Ele não está sobrecarregado; não está frustrado; e não é coagido a fazer o que não deseja fazer”. O trabalho no Éden Segundo o Christian Post, John contou que o trabalho foi um presente que Deus projetou antes da queda do pecado no Jardim do Éden. “A essência do trabalho, como Deus o projetou antes da queda no pecado, era a criatividade: criativo, emocionante e satisfatório”, disse ele. “O homem floresceria no trabalho do jardim; o jardim floresceria ao ser trabalhado. Seria lindamente satisfatório — não frustrante, não oneroso, não fútil”, continuou John. Embora o trabalho não seja uma maldição, o teólogo afirmou que a futilidade, a frustração, o peso e a dor são. Ele citou Gênesis 3:17-19, que descreve uma punição pelo pecado de que o trabalho de cuidar do campo se tornaria “fútil, oneroso, frustrante”. “Desde o início, fomos feitos para trabalhar moldando, criando, subjugando o mundo de acordo com a sabedoria, bondade e beleza de Deus. Isso não foi e não é uma maldição, é uma bênção”. Concordando com a Palavra de Deus Jerry Newcombe, ministro e autor, escreveu um artigo de opinião sobre a questão do trabalho e também rejeitou a ideia de que o trabalho em si era uma “maldição”, dizendo: “Todo trabalho é bom se feito a Deus”. “Somos projetados para trabalhar e o trabalho dá significado e propósito à vida cotidiana”, explicou ele. Jerry, assim como John, afirmou que o trabalho foi criado antes da queda do homem. “O trabalho em si não é uma maldição. Porém, tudo, incluindo o trabalho, está sob uma maldição”, concluiu o autor.

Cristão está entre os escolhidos para próxima viagem à Lua

Na segunda-feira (3), a Nasa (Agência Espacial dos Estados Unidos) e a CSA (Agência Espacial Canadense) anunciaram os nomes dos quatro astronautas que viajarão à lua no ano que vem, na missão Artemis 2. Entre os escolhidos, está o cristão Victor Glover, de 46 anos, que será o piloto do histórico retorno da NASA à lua, desde o fim do programa Apollo, há cerca de 50 anos. Victor, que também é comandante da Marinha dos EUA, passará cerca de 10 dias a bordo da espaçonave Órion, durante a viagem ao redor da lua, junto com os outros três astronautas: os americanos Reid Wiseman e Christina Koch, e o canadense Jeremy Hansen. “Pela primeira vez em mais de 50 anos, esses indivíduos — a tripulação do Artemis II — serão os primeiros humanos a voar para as proximidades da Lua. Entre a tripulação estão a primeira mulher, a primeira pessoa negra e o primeiro canadense em uma missão lunar, e todos os quatro astronautas representarão o melhor da humanidade enquanto exploram para o benefício de todos”, afirmou a diretora Vanessa Wyche, da Nasa Johnson. Em 2020, Victor pilotou o foguete SpaceX Falcon 9 em viagem à Estação Espacial Internaciona,l na missão Crew-1.     Adorando no espaço Na ocasião, o astronauta levou uma Bíblia e copos para a Santa Ceia para manter sua comunhão com Deus no espaço. Ele também assistiu aos cultos onlines de sua igreja da Estação Espacial. “Eu pude adorar no espaço, pude comungar todas as semanas que estive no espaço. A NASA apoiou meu desejo de continuar a adorar e continuar minha caminhada de fé mesmo quando eu estava fora do planeta. Isso foi muito importante para mim”, contou Glover, em um relato anterior na Abell Street Church of Christ, no Texas. O cristão, nascido na Califórnia, é casado com Dionna, com quem tem quatro filhos. “Em geral, até mesmo antes de entrar em um avião comercial, eu faço uma oração e sempre penso em minha família. Se eu ficar sem vê-las por algum motivo, mando uma mensagem, porque o que faço tem alto risco”, disse Victor, em entrevista anterior ao Christian Chronicle. “Então quero ter sempre ter a certeza de que, se hoje for o meu último dia, eu disse que amo minha família e tive a chance de ter comunhão com Deus”, acrescentou.

Heróis da Fé | Rodney “Gipsy” Smith

Ao longo do século 20, diversos evangelistas se destacaram por realizar grandes concentrações para pregar o Evangelho. Multidões se reuniam mundo afora para ouvir pregadores, como os norte-americanos Billy Graham (1918-2018) e T. L. Osborn (1923-2013), o alemão Reinhard Bonnke (1940-2019), entre outros. Bem menos famoso, o britânico Rodney “Gipsy” Smith (1860-1947), mais conhecido como Gypsy [cigano, em inglês] Smith, também fez história. Nascido em um acampamento cigano no norte de Londres (Inglaterra), ele era o quarto filho de uma família de seis irmãos. Em sua casa, ninguém sabia ler ou escrever, pois, na época, os ciganos não frequentavam escolas. Seu pai, Cornelius Smith, fazia cestos e outros artesanatos para vender e complementava a renda da família tocando violino nos pubs locais, onde aproveitava para beber. Vez por outra, era preso. Na última passagem pela cadeia, Cornelius ouviu falar de Cristo por intermédio de um capelão, e aquela mensagem o impactou. Quando a esposa Mary ficou doente por ter contraído varíola, ele lhe falou do Senhor, e ela se entregou ao Altíssimo. Inclusive, faleceu cantando uma antiga canção cristã que havia aprendido quando criança. Rodney era pequeno na ocasião, mas a imagem da mãe entoando aquele hino no leito de morte jamais lhe sairia da memória. A partir de então, o Evangelho passou a transformar todos os integrantes da família. Cornelius parou de beber e começou a frequentar uma igreja metodista. Com seus dois irmãos, que também haviam se entregado ao Salvador, tornou-se pregador itinerante. Seus filhos foram se convertendo um a um. Contudo, Rodney somente creu em Jesus aos 16 anos. Ele estava visitando Bedford, cidade inglesa onde viveu John Bunyan, autor do clássico cristão O peregrino. Diante da estátua do autor, Rodney – um excelente vendedor, mas dado a praticar pequenos furtos – sentiu que sua vida de pecado precisava sofrer uma mudança radical. De volta a Londres, o jovem cigano fez sua pública profissão de fé durante o culto em uma igreja metodista local. A partir desse momento, passou a se dedicar a aprender a ler e a escrever para que pudesse conhecer as Escrituras. Mesmo não dominando bem as letras, Rodney sentia o chamado para pregar a Palavra de Deus. Então, começou a elaborar seus primeiros sermões. Uma plantação de nabos, perto da tenda da família, foi sua primeira plateia. Um ano depois de convertido, em 1877, Rodney conheceu William Booth (1829-1912), fundador do Exército de Salvação, que o convidou a se juntar às fileiras de sua organização. Logo, o rapaz se tornaria líder de uma congregação em Chatham, cidade situada ao sul de Londres. Rapidamente, a audiência dominical passou de 10 para 250 pessoas. Com isso, o jovem cigano foi transferido para Hull, no Nordeste da Inglaterra, onde reunia, semanalmente, milhares de pessoas que desejavam ouvi-lo. Reprodução de um cartaz da campanha evangelística do pregador britânico Rodney “Gipsy” Smith (1860-1947) na Moody Memorial Church, em Chicago, no estado de Illinois Foto: Reprodução / YouTube Em 1879, o evangelista se casou com Anne Pennock e, em 1882, deixou o Exército de Salvação. Em seguida, foi convidado para pregar em diversas cidades do Reino Unido e a organizar cruzadas evangelísticas que atraíam centenas de cristãos. Seu estilo coloquial e direto era bem recebido por todos os públicos, das pessoas mais simples às grandes autoridades. Certa vez, pregando na imponente Catedral de São Paulo, em Londres, declarou: [Esta catedral] não passa de um monte de pedras glorificadas se Cristo estiver fora daqui. E minha velha tenda cigana é uma catedral quando Cristo está dentro dela. Reunindo multidões – Depois de percorrer parte do Reino Unido, Rodney recebeu convites de outras partes da Europa e dos Estados Unidos. Durante uma pregação na capital francesa, pelo menos 150 integrantes da elite da cidade creram no Messias. O pregador também falava a estudantes, em grandes universidades, com a mesma desenvoltura com que se dirigia aos ciganos analfabetos dos acampamentos que visitava, sempre que podia, para apresentar o Evangelho aos seus. Sua fama continuou a crescer, especialmente nos EUA, país que visitava com frequência. Em 1896, na cidade de Boston, no estado norte-americano de Massachusetts, realizou uma cruzada que reuniu 116 mil pessoas. Ali, Rodney Smith foi aclamado como o maior evangelista do mundo. No entanto, o servo de Deus rejeitava esse e qualquer título que pudesse tirar a honra e glória do próprio Cristo. Em uma ocasião, disse: Você pode escalar até as estrelas e ter o sol para brincar, a lua para pular e as estrelas para jogar, mas, se deseja curar homens de coração quebrado e cheios de culpa, terá de voltar ao Evangelho. Rodney Smith escreveu vários livros, entre eles, uma autobiografia. Gostava de cantar e tinha uma ótima voz. Por isso, chegou a gravar alguns hinos. Viajou pelos cinco continentes, sempre reunindo multidões e anunciando-lhes a Palavra. Estima-se que ele tenha cruzado o Atlântico 45 vezes até sofrer um ataque do coração, a bordo do navio Queen Mary, em 1947, aos 87 anos, a caminho dos Estados Unidos. O funeral do evangelista aconteceu em Nova Iorque, encerrando sete décadas ininterruptas de ministério e proclamação da Palavra. Milhares de pessoas ao redor do globo ouviram o Evangelho por intermédio de um homem que nunca se deixou levar pelas glórias humanas. Na verdade, apesar de tudo o que realizou, Rodney Smith permaneceu tão humilde quanto aquele jovem cigano analfabeto que se convertera aos 16 anos. Pregando para uma plantação de nabos ou para a mais seleta plateia, suas palavras eram o Evangelho, e, suas ações, reflexos do caráter do Salvador. (*Com informações de Wholesome Words, Evangelical Magazine e Lights 4 God). Por Élidi Miranda*

Pandemia tornou as pessoas ‘mais abertas a Deus’, indica estudo

Uma pesquisa feita entre os americanos mostrou que quase 80% dos entrevistados acreditam que ‘existe uma dimensão espiritual ou sobrenatural no mundo’. O estudo aponta ainda que muitos americanos estão mais abertos a Deus e desejam crescimento espiritual após a pandemia da Covid-19. Divulgado pelo Barna Group no início deste mês, o relatório descobriu que 44% dos adultos nos EUA estão “mais abertos a Deus” por causa da pandemia. Foram ouvidos 2.000 adultos entre 21 e 31 de outubro. Dentre eles, 77% também disseram acreditar em um poder superior, enquanto 74% disseram que desejam crescer espiritualmente. Fome espiritual A pesquisa revela que todas as gerações, incluindo os jovens americanos, querem crescer espiritualmente. Uma grande parcela desse grupo mostra ter “fome espiritual”, sendo 77% da geração X e da geração do milênio, segundo descreveu o CEO do Barna Group, David Kinnaman. Entre a Geração Z, 73% expressaram esse desejo, enquanto 72% dos baby boomers disseram o mesmo. Com 80%, uma maioria considerável disse acreditar que “existe uma dimensão espiritual ou sobrenatural no mundo”, com metade expressando certeza da existência do sobrenatural e 30% dizendo: “Acho que existe, mas não tenho certeza.” Dúvidas Segundo o relatório, apenas 11% dos entrevistados expressaram dúvidas sobre o reino espiritual, e 9% negaram sua existência. Oitenta e três por cento da geração Z e da geração do milênio disseram acreditar em uma “dimensão espiritual/sobrenatural”, seguidos por 82% da geração X e 79% dos baby boomers. Esse grupo, inclusive, expressou a maior taxa de crença em um poder superior em 79%, enquanto 76% dos millennials se disseram menos propensos a isso. “Embora a trajetória do compromisso cristão nos Estados Unidos esteja em uma escala descendente e precise de intervenções urgentes, nossos novos dados deram aos líderes cristãos motivo de esperança”, disse Kinnaman sobre as conclusões do relatório. Um relatório do Pew Research Center publicado no outono passado encontrou uma onda de adultos deixando o cristianismo para se tornarem ateus, agnósticos ou “nada em particular”. Ele previu que, se o número de cristãos com menos de 30 anos abandonando sua fé acelerar além do ritmo atual, os adeptos da religião historicamente dominante dos EUA poderão se tornar uma minoria até 2045.